O uso das cintas modeladores como complemento para diferentes tratamentos

Talvez a origem das cinta modeladora esteja nos lendários espartilhos, os quais prendiam a respiração de mulheres elegantes que desejavam reduzir medidas, ressaltar o busto e marcar a cintura de maneira exagerada.

Seu uso não está livre de sacrifícios. Por ser uma peça muito justa, transforma-se em uma segunda pele que aperta bastante. Entretanto, as cintas podem ser bem úteis para fugir de alguns problemas e esconder imediatamente aqueles quilinhos a mais. Muitos dizem que o acessório possui efeitos redutores.

As vantagens e as desvantagens do uso da cinta dependem sempre de quem a veste, mas também da combinação com outros tratamentos adequados. Entre estes, podemos citar massagens redutoras, carboxiterapia, aplicação de laser, choque térmico e criolipólise.

O objetivo de todo tratamento que age no tecido adiposo é modificar, destruir e eliminar gorduras.

A aplicação de qualquer tipo de energia na região agride o tecido adiposo e age sobre a gordura, com resultados bons ou ruins. A lipoescultura tradicional proporciona os melhores resultados para este fim. Assim, a cinta é fundamental para complementar estes tratamentos.

O acessório comprime os tecidos tratados cirurgicamente, por exemplo, em uma lipoescultura ou abdominoplastia. Também facilita os processos de cicatrização profunda, possibilita a melhor definição e reabsorve os líquidos inflamatórios e pós-cirúrgicos.

Assim, durante o primeiro mês após o procedimento, o produto protege e limita corretamente a mobilidade da região operada. Após este período, a cinta deve ser retirada para que a musculatura e o restante do tecido conjuntivo recuperem suas capacidades fisiológicas e o paciente volte a ter uma vida normal.

O efeito modelador das cintas consiste em um único tratamento e ocorre por meio da compressão seletiva dos tecidos, o que produz a dilatação dos pequenos vasos sanguíneos e linfáticos existentes na área. Consequentemente, acontece a perda de líquidos intersticiais, os quais, às vezes, podem determinar o aspecto da celulite.

A cinta também é muito eficaz para o período pós-parto. Seu sistema de armações metálicas produz uma massagem constante e, assim, alivia incômodos na coluna, corrige a postura e evita a flacidez muscular que pode ser causada por outros tipos de cintas.

Contudo, este tipo de tratamento de pressão serve apenas a curto prazo, porque é bem imediato. Seja qual for sua decisão, o uso noturno não é recomendado sob nenhuma circunstância, exceto por períodos curtos e para objetivos específicos.

Além disso, é importante verificar o material de fabricação, o qual costuma aumentar o calor e a umidade no local devido à falta de ventilação. O produto exerce pressão e fricciona continuamente os tecidos, o que impede a mobilidade corporal.

Os tecidos de maior permeabilidade, como lycra e algodão, são provavelmente pouco eficazes, já que armazenam menos calor. Entretanto, estes materiais também promovem mais liberação de umidade, o que, em muitos casos, gera alterações na pele, como o surgimento de micoses.

Por outro lado, os materiais de grande impermeabilidade, como o neoprene, têm a característica de serem fabricados sem a necessidade de costura, o que evita fricções permanentes e ruptura de adipócitos nas áreas tratadas. Por fim, seja qual for a cinta escolhida, lembre-se de que o uso contínuo acarreta a possibilidade de eliminação da função de contenção da parede abdominal. Nesse caso, é melhor usar estes acessórios como um tratamento complementar para ajudar a definir as curvas corporais.

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Déficit de testosterona, uma condição subdiagnosticada

Déficit de testosterona

A síndrome de deficiência de testosterona (SDT) afeta 40% dos homens com mais de 50 anos, embora que a partir dos 40 anos de idade já aumenta o risco e provoca a perda do desejo sexual e o surgimento de vários problemas de saúde.

A síndrome de deficiência de testosterona (SDT) é um distúrbio que pode afetar 40% dos homens acima de 50 anos, embora a partir dos 40 anos de idade o risco aumenta muito. Especialistas alertam, no entanto, que é uma condição subdiagnosticada, pois sua verdadeira prevalência é desconhecida.

A SDT ocorre devido a uma diminuição na produção de testosterona pelos testículos, e uma vez que é um hormônio que pode evitar a ocorrência de várias patologias, é importante que a sua deficiência seja detectada precocemente para estabelecer tratamento adequado.

Para o diagnóstico precoce da SDT, os especialistas aconselham que os homens façam exames médicos regulares, algo que no Brasil ainda não acontece com frequência, porque a população não está muito preocupada com os problemas de saúde e a qualidade de vida que podem causar falta de testosterona nos homens.

Assim, além do déficit deste hormônio estar associado à diminuição do desejo sexual e dificuldade em atingir o orgasmo, pode também causar condições, tais como a disfunção erétil, aumento da gordura localizada, com consequente aumento de peso e obesidade, síndrome metabólico, fadiga e falta de energia, diminuição da massa muscular, osteopenia e osteoporose, perda de memória e diminuição da capacidade cognitiva e distúrbios emocionais, como depressão e insônia.

Atualmente, existem tratamentos para a SDT, que devem ser sempre personalizados, e baseiam-se na administração de testosterona por via transdérmica (adesivos ou cremes) ou intramuscular, e de reposição hormonal. Portanto, os especialistas insistem que homens realizem revisões anuais a partir dos 40 anos de idade e consultem um médico antes de qualquer anomalia detectada para diagnosticar e tratar precocemente, e evitar possíveis complicações.

6 hábitos que ajudarão a melhorar a sua vida sexual

Ter uma vida sexual ativa é um aspecto que influencia fortemente o humor, a saúde emocional e o bem estar físico.

Embora associemos sexo com prazer e reprodução, os seus benefícios vão além e, de fato, podem comprometer as funções de vários sistemas do corpo.

É necessário também observar que é um dos pilares mais importantes dos relacionamentos, não só porque fortalece os laços emocionais, mas também porque melhora a comunicação e a confiança.

O problema é que, às vezes, a libido pode diminuir e, uma vez que haja redução no desempenho sexual ou a plenitude não é atingida, os problemas começam a surgir.

Por esta razão é importante manter um estilo de vida saudável, e colocar em prática aqueles hábitos que podem favorecer esta área.

A seguir, queremos compartilhar 6 princípios que, sem dúvida alguma, devem fazer parte da sua vida.

Descubra-os!

vida sexual

1. Tenha uma alimentação saudável

Apesar de ignorado pela maioria das pessoas, ótimos hábitos de alimentação influenciam muito na libido, assim como no desempenho sexual.

Enquanto que uma dieta baseada em gorduras e ingredientes processados pode afetar a atividade dos hormônios sexuais, os alimentos orgânicos podem ajudar a melhorar a saúde e o desempenho sexual.

Estes são uma fonte significativa de energia e nutrientes essenciais que, além de melhorar o estado físico, mantêm os hormônios em perfeito equilíbrio.

Vale a pena destacar que, além disso, existem alguns alimentos com propriedades afrodisíacas que, quando consumidos regularmente podem aumentar o desejo sexual.

Mantenha o consumo de:

  • Frutas e vegetais frescos.
  • Cereais integrais.
  • Grãos e legumes.
  • Carnes magras.
  • Pescado.

2. Administre o estresse

O estresse é um dos principais inimigos da vida sexual, tanto nos homens como nas mulheres.

O excesso de trabalho, as discussões entre o casal e os problemas econômicos podem aumentar este estado de ânimo que, por sua vez diminui o desejo sexual.

A falta de controle aumenta a sensação de cansaço físico, ainda que não percebamos, e influencia também no descontrole dos níveis de alguns hormônios.

Por causa disso, é importante administrar de forma adequada, colocando em prática algumas terapias de relaxamento, descanso e a realização de atividades prazerosas.

3. Fazer exercício físico

Todos aqueles que estão atravessando alguma crise deveriam levar em consideração os múltiplos benefícios dos exercícios físicos para o âmbito sexual.

Este hábito, que melhora muitos aspectos da saúde física, aumenta a produção dos hormônios do bem estar e, com isso, ajuda a melhorar a libido.

A prática diária mantém os hormônios em equilíbrio como a serotonina e as endorfinas, ambos associados com as relações sexuais prazerosas.

Também permitem fortalecer os músculos do todo o corpo e, ao melhorar o rendimento físico, ajuda a obter relações mais duradouras.

Na verdade, essas atividades destinadas a fortalecer o assoalho pélvico podem ajudar em casos de disfunções sexuais como o vaginismo e anorgasmia.

4. Evite o tabaco

Um grande número dos casos de pessoas com problemas em suas vidas sexuais está relacionado com o vício do uso do tabaco.

As disfunções sexuais, assim como a diminuição da libido, podem ser produzidas pelos efeitos das toxinas presentes nos cigarros.

Estas substâncias comprometem a atividade dos hormônios sexuais e, por afetarem a circulação, também interferem no funcionamento dos órgãos reprodutores.

5. Evite relações tóxicas

O plano emocional é um pilar muito importante no âmbito sexual e, portanto, uma relação tóxica pode impedir a obtenção da plenitude.

No relacionamento entre os casais é necessário sentir confiança, cumplicidade e amor, de forma mutua, pois esses são componentes que levam a um melhor entendimento nas relações sexuais.

Aqueles que são vítimas de depressão, chantagem ou violência por parte do seu parceiro ou parceira, não desfrutam do prazer do ato sexual, mas de alguma forma, o fazem por obrigação.

É importante identificar estes comportamentos, já que a falta de controle pode gerar impactos físicos e emocionais na vítima.

6. Melhorar a informação sexual

É isso mesmo! A educação sexual é fundamental para melhorar a qualidade da vida sexual em todos os aspectos.

Isso não somente permite conhecer, mas também pode melhorar o ato sexual em si, pois ajuda a fomentar o autoconhecimento dos nossos corpos e dos elementos necessários para alcançar a plenitude.

Por outro lado, é um componente essencial para a saúde reprodutiva, já que não somente traz informação sobre gravidez, mas também ajuda a conhecer práticas e riscos e os métodos mais eficientes para evitar.

É claro que, além dos hábitos acima referidos, muitos outros influenciam a vida sexual, e também devem ser considerados quando algo errado acontece.

Estabelecer uma boa comunicação com o parceiro ou parceira e sair da rotina são outros componentes adicionais que também ajudam a melhorar o quadro.

Leve em consideração estas recomendações, independente de estar ou não passando por dificuldades em seu âmbito sexual.